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O amor de uma mãe

  • Aislane Araujo de Souza
  • 20 de mai.
  • 2 min de leitura

O amor de uma mãe talvez seja o sentimento humano que mais se aproxima do amor de Deus.


Falar sobre mães é quase inevitavelmente falar sobre grandeza, força e poesia.

Existe amor no silêncio guardado, no choro contido, nas renúncias invisíveis e na capacidade extraordinária de ressignificar a dor para continuar caminhando.


Ser mãe é transformar desafios em pontes.

É acreditar mesmo quando tudo parece difícil.


É acolher, proteger, ensinar e, muitas vezes, seguir forte enquanto ninguém percebe o quanto também existe fragilidade por trás da armadura.

Talvez uma mulher só compreenda verdadeiramente o que é ser mãe quando se torna uma. E então passa a olhar para a mãe que recebeu, para a mãe que é e para a mulher que deseja deixar como exemplo para o futuro.

Mães também carregam feridas.

Também sentem medo, cansaço, insegurança e necessidade de acolhimento.

Por trás da mulher forte, existe alguém que muitas vezes precisa apenas de um abraço, de escuta e de cuidado.


Donald Winnicott, importante nome da psicologia, dizia que “a base da saúde mental é construída nos primeiros cuidados maternos”.


E talvez isso explique por que o amor de uma mãe deixa marcas tão profundas na vida emocional de um ser humano.


Mas quem acolhe a mãe enquanto ela acolhe todos ao redor?


É por isso que o autoconhecimento e a terapia são tão importantes.

A terapia auxilia no fortalecimento emocional, na compreensão de padrões, na reconstrução da autoestima e no desenvolvimento de um olhar mais gentil para si mesma.



Cuidar das próprias feridas também é um ato de amor. E você… tem se dado o abraço e o acolhimento que merece?



Aislane Araujo de Souza
Psicóloga
Especialização em Análise do Comportamento Humano
CRP: 06/172486 – 08/IS-806

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